sexta-feira, 9 de janeiro de 2015

Participação no projeto Eco Escovinha

Todos já tivemos esta dúvida: o que fazer a uma escova de dentes em fim de vida? Para os mais esquecidos, a sua longevidade não deverá ser superior a três meses, período após o qual é recomendado renovar a nossa escova, a bem da nossa higiene oral.
 
Será que as escovas de dentes antigas devem ser depositadas no ecoponto amarelo? Descobrimos recentemente que não!
 
Durante este ano letivo, o Clube do Bem-Estar encontra-se a participar no projeto Eco Escovinha. Começámos por decorar uma caixa para recolher as vossas escovas de dentes usadas. Lembrem-se: devem ter uma nova escova de dentes a cada três meses... e cada vez que comprarem uma nova, coloquem na nossa caixa a antiga escova!
 

Depois de recolhermos todas as escovas, vamos coloca-las num Eco Escovão. As escovas de dentes conseguem ser reaproveitas em 100%. Depois de trituradas e processadas, elas são transformadas em bolas de plástico incorporadas num material que produz diversos equipamentos: bancos de jardim, mesas, cadeiras ou caixotes do lixo. Aqui podem ver como funciona todo este processo.

Mais informações em Especial Dente Clínica Médica e Dentária.

Animação sobre reprodução humana

 
Aceder aqui à animação

Materiais gratuitos para educação sexual

A ONG CORES disponibiliza vários materiais gratuitamente, sobre educação sexual.
 
 
Podem fazer o download aqui: http://www.edusex.com.br/guias.php

Clube do bem-estar - atividades dezembro

No início do mês de dezembro, participámos em atividades comemorativas do Dia Mundial de Luta Contra a SIDA: fizemos laços para distribuir a professores e funcionários, debatemos temas relacionados com a sexualidade e participámos no Laço Humano, uma atividade realizada em parceria com o Centro de Saúde e Câmara Municipal do Seixal.
 
 
 


Este mês foi também dedicado à preparação do Natal, com alguns trabalhos manuais alusivos ao tema.




sexta-feira, 5 de dezembro de 2014

Clube do bem-estar - atividades de Novembro


O Clube do Bem-Estar já se encontra em funcionamento, com 12 alunos inscritos!! Já começámos a preparar o Natal e temos feito alguns trabalhos manuais. Por vezes, temos algumas agradáveis surpresas. Desta vez, tivemos a oportunidade de trabalhar com música ao vivo. A nossa querida Carina Freitas veio à nossa sala fazer-nos uma visita :)

quinta-feira, 13 de novembro de 2014

Precisamos de quatro abraços por dia para sobreviver

O Poder do Abraço
(Por Teresa Diogo, Revista Pais & Filhos)

Mimo nunca é demais
Precisamos de quatro abraços por dia para sobreviver, oito para manutenção do bem-estar e 12 para crescer. A quantização é da conhecida psicoterapeuta norte-americana Virginia Satir e, embora possa parecer exagerada face ao ritmo alucinado a que tantas vezes vivemos, a verdade é que a necessidade do abraço é bem mais profunda – quase orgânica – do que imaginamos.

“Os abraços são tão vitais para a saúde e desenvolvimento das crianças como a comida e a água”, defende a psicóloga Ana Margarida Marcão, da Oficina da Psicologia, explicando por que é o toque tão importante desde cedo: “Um bebé reconhece os seus pais inicialmente pelo toque e cerca de 80 por cento da sua comunicação é feita através do movimento corporal. Portanto, é mais fácil comunicar com eles pelo contacto físico. Um abraço ‘dirá’ à criança que ela é amada, querida, protegida e que está em boas mãos, dando-lhe uma sensação de segurança de uma forma que as palavras não conseguem”.

E este toque é primordial desde o primeiro minuto para estimular o processo de vinculação, que vai refletir-se no desejado desenvolvimento saudável e equilibrado da criança. “O contacto corporal mãe-bebé, desde os momentos imediatos ao parto, resulta em efeitos positivos na interação entre os dois, observados quer a curto quer a longo prazo”, confirma a psicóloga clínica Carolina Martins Faria, do Gabinete de Psicologia, acrescentando que “ao longo do desenvolvimento, as manifestações de afeto, consistentes, previsíveis e sensíveis, são essenciais para a construção de laços afetivos e para uma relação de confiança com os pais”. Além dos benefícios de uma vinculação segura, “o conforto proporcionado pelo contacto corporal (abraçar, tocar) é uma ferramenta importante na gestão emocional, particularmente em crianças pequenas”. Ou seja, ajuda a criança a regular as suas reações quando é confrontada com situações de stresse ou com emoções negativas.

Mas os benefícios do toque não se limitam apenas ao plano emocional: há todo um conjunto de efeitos positivos também a nível físico que não devem ser menosprezados: “O afeto e cuidado transmitidos através do toque aumentam os níveis de oxitocina no cérebro”, explica Ana Margarida Marcão. A ocitocina (hormona libertada na corrente sanguínea) “relaxa o corpo, diminuindo o ritmo cardíaco, a pressão arterial e os níveis de cortisol”. O excesso de cortisol no cérebro (em resposta a situações de stresse) “afeta o desenvolvimento do sistema límbico, que controla e gere as emoções, e interfere também com a capacidade da criança para aprender e crescer”. Assim, sublinha a psicóloga, “o toque tem um papel significativo na capacidade da criança regular as suas próprias respostas ao stresse”. Um abraço promove ainda “a libertação de dopamina (uma hormona que atua como um estimulante), criando uma sensação de prazer no cérebro” e “reforça o sistema imunológico, ao aumentar os níveis de hemoglobina (que transporta o oxigénio aos nossos órgãos e tecidos) no sangue”. Afinal um abraço não é “só” uma reconfortante manifestação de afeto, é um ato quase mágico, com um poder que tem tanto de ancestral e profundo como de inesperado.
 
Artigo completo em Revista Pais & Filhos.

sexta-feira, 24 de outubro de 2014