quinta-feira, 16 de outubro de 2014

Estão abertas as inscrições para o Clube do Bem-estar

Estão abertas as inscrições para o Clube do Bem-Estar! O Clube irá decorrer todas as quartas-feiras, das 14h15 às 16h, na sala 85. Todos os alunos interessados devem dirigir-se ao Serviço de Psicologia e Orientação (sala 61) para pedir a ficha de inscrição.
 
O Clube do Bem-Estar baseia-se nos conceitos básicos da Psicologia Positiva, que procura dar ênfase às emoções positivas. Nas sessões serão trabalhados os mais variados temas, desde a promoção de estilos de vida saudáveis, competências pessoais e sociais, educação sexual, alimentação saudável, motivação para a aprendizagem, direitos do consumidor, envolvimento da família, entre outros.
 
Aqui ficam algumas imagens das sessões que decorreram no passado ano letivo.
 

quinta-feira, 18 de setembro de 2014

O SPO no Congresso dos Psicólogos

De 9 a 13 de Setembro de 2014 realizou-se o IX Congresso Iberoamericano de Psicologia e o 2º Congresso da Ordem dos Psicólogos Portugueses, no Centro Cultural de Belém, Lisboa.

Durante estes 5 dias, mais de dois mil psicólogos, estudantes e outros profissionais marcaram presença naquele que foi o maior evento de sempre de psicologia em Portugal.

Foi com orgulho que apresentei três projetos do Agrupamento em que o SPO participa ativamente:

- Clube do Bem-Estar,
- Educação Sexual,
- Surfar no Estudo.

Gostaria de agradecer a forma como toda a comunidade educativa acolheu estes projetos, assim como todo o empenho com que participou nos mesmos.

Aqui ficam algumas fotos do evento.

terça-feira, 29 de julho de 2014

Dormir com os pais (Daniel Sampaio)

Dormir com os pais

Daniel Sampaio
 
 
 

Os meus pais eram muito coerentes na sua educação. À hora de deitar, eu ia dormir sozinho, sem grandes protestos. Embora não me recorde, como é óbvio, dos meus tempos de bebé, as estórias que me contavam eram de uma ida precoce para a minha cama; e se acordava de noite, a minha mãe ou a minha avó iam lá sossegar-me os medos, sem que tivessem de perturbar o seu descanso por muito tempo.

Hoje nem todos pensam como os meus familiares. Os pais trabalham muito, reivindicam para si mesmos uma noite sem interrupções ou preferem não ter de se confrontar com choros e birras das crianças. Defendem o seu direito ao descanso, por vezes numa posição de algum narcisismo. A solução passa então por aceitar que os filhos os acompanhem durante longos períodos ou mesmo toda a noite, de modo a que não haja qualquer período de insónia.

Alguns pediatras e psicólogos vieram em sua defesa. Alegam que a proximidade entre pais e filhos facilita a intimidade recíproca, acalma as crianças e permite uma tranquilidade que favorece o desenvolvimento físico e mental. Defendem que dormir junto aos pais é a melhor forma de evitar a “síndrome da morte súbita”, a primeira causa de mortalidade no primeiro ano de vida, e que corresponde à morte repentina e sem explicação no primeiro ano do bebé. Segundo os defensores do co-sleeping (dormir em conjunto) e da family-bed (cama familiar), os pais que estão mesmo ali ao lado podem logo intervir e salvar o filho. A investigação provou, no entanto, o contrário: a síndrome da morte súbita ocorre muitas vezes em bebés que estão na cama dos pais, sobretudo quando os progenitores abusam de álcool e drogas ou tomam medicamentos para dormir.

Os meus argumentos contra o co-sleeping são outros. Considero que o desígnio fundamental da educação é o da autonomia, esse percurso singular que leva cada um a ser capaz de gerir a sua própria norma, ou seja, ter uma existência independente e confiante. Uma criança pequena não pode viver sozinha, mas pode construir o seu caminho para ser capaz de o fazer mais tarde. Assim, dormir sozinho faz parte desse percurso a percorrer. Até aos seis meses, a criança deve dormir num berço junto à cama dos pais, depois (no máximo com um ano) deverá ter o seu quarto e a sua cama, sempre que as condições da casa o permitam.

A investigação abre caminho a outras compreensões deste problema do co-sleeping. Diversos estudos demonstram que as crianças que permanecem muito tempo na cama dos pais exacerbam comportamentos sexuais precoces e exibem curiosidade excessiva sobre a intimidade dos progenitores. Por outro lado, muitos pais tornam-se demasiado permissivos (em muitos contextos), porque não são capazes de confrontar os filhos com um “não” durante a noite, ou então acabam por mostrar sentimentos de culpa, por darem demasiada importância às suas próprias necessidades de repouso e bem-estar.

A regra deverá ser: afecto antes de dormir, sossego depois, em camas separadas.     

sexta-feira, 11 de julho de 2014

Clube do bem-estar

Foram muitas as atividades que se dinamizaram ao longo do ano. Aqui fica uma amostra de algumas das coisas que os nossos alunos andaram a fazer no Clube do Bem-Estar.
 

 

quinta-feira, 19 de junho de 2014

Que licenciatura escolher? Novo portal de ajuda.


O Portal Infocursos é uma plataforma electrónica destinada a ajudar os alunos na escolha do curso superior depois de terminado o ensino secundário, fica disponível a partir de hoje, anunciou o Ministério da Educação.

"Trata-se de uma plataforma online, desenvolvida pela Direcção Geral de Estatísticas da Educação e Ciência e pela Direcção Geral do Ensino Superior, que permite aos candidatos ao ensino superior, e ao público em geral terem acesso a informação relevante para escolherem melhor a formação", afirma o Ministério da Educação e Ciência (MEC).
O portal reúne informação sobre todos os cursos de licenciatura e mestrado integrado ministrados em Portugal e registados na Direcção-Geral do Ensino Superior até 31 de Dezembro de 2013. 
A plataforma apresenta dados caracterizadores de cada curso em termos do concurso nacional de acesso ao ensino superior e reúne, de forma gráfica "e fácil de interpretar", vários indicadores estatísticos, entre os quais se destacam a distribuição dos estudantes consoante as vias de ingresso no curso, o percentil médio dos estudantes à entrada do curso, em termos de notas nas provas de ingresso, as taxas de abandono, transferência e continuidade dos alunos no curso um ano após a sua primeira matrícula. 
"Mostra também a distribuição dos alunos por sexo e idades, a distribuição das classificações finais à saída do curso e a relação entre o número de inscritos como desempregados nos centros de emprego, com base nos registos no Instituto do Emprego e Formação Profissional, e o número de diplomados, curso a curso, entre outros parâmetros", adiantou o MEC, em comunicado.
Lusa/SOL