Mostrar mensagens com a etiqueta Materiais para pais. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Materiais para pais. Mostrar todas as mensagens

quarta-feira, 4 de janeiro de 2017

Alimentos divertidos para festas

Gosto muito de alimentos divertidos para festas

 
Publicação da ADMINISTRAÇÃO REGIONAL DE SAÚDE DO NORTE, I.P que trabalha a atividade física e algumas formas geométricas, enquanto promove alimentos saudáveis e divertidos para usar em festas. É uma história interativa, na qual o adulto lê a narrativa e cada criança, quando chegar a um “buraco” na história, vai ter que escolher entre uma das duas propostas.

Download Publicação
Fonte: ARS NORTE

sexta-feira, 25 de novembro de 2016

Violência no namoro: como identificar e prevenir


Chama-se "violentómetro" e, como o nome indica, tem a forma de uma régua. Contudo, tem um fim diferente do habitual: medir, identificar e assim prevenir comportamentos violentos ou potencialmente violentos no namoro ou no casamento.

Mais informações aqui.

sexta-feira, 4 de novembro de 2016

Livro de histórias sobre a audição da criança em tribunal

Livro Ilustrado sobre Audição da Criança
 
O Conselho Regional de Lisboa disponibiliza em formato PDF o livro ilustrado com as histórias "No dia que a Mariana Não queria" e "O João vai a tribunal", da autoria de Eunice Guerreiro, ilustrado por Pedro Cifuentes e coordenação científica de Rute Agulhas e Joana Alexandre, Psicólogas e Docentes no ISCTE-IUL.

Pode fazer o download dos livros aqui.


terça-feira, 3 de fevereiro de 2015

As potencialidades que o envolvimento dos pais na escola têm para o desenvolvimento e desempenho académico dos filhos

O envolvimento dos pais

Por Manuela Machado, psicóloga clínica e educacional

Envolvimento de pais: o que é?

O envolvimento dos pais é uma força crucial no desenvolvimento infantil, na aprendizagem e no sucesso na escola e na vida. A pesquisa iniciada há décadas na área de envolvimento familiar apoia o simples facto de que as crianças cujos pais se envolvem nas questões escolares dos seus filhos têm uma chance muito maior de, mais tarde serem adultos saudáveis, bem informados, responsáveis e socialmente adaptados.
O envolvimento dos pais na educação assume variadíssimas facetas e diferentes graus desde a simples pergunta à mesa, à hora do jantar: "Como foi hoje o dia na escola?" à verificação diária dos trabalhos de casa, a visitas regulares à biblioteca, museus, e a eventos culturais.
Lápis
No entanto, o conceito de envolvimento dos pais na vida académica dos filhos não é homogéneo e alguns factores devem ser tomados em consideração para a sua definição: as características da criança e o seu desenvolvimento, as crenças e as expectativas da família e da escola em relação ao ensino, os papéis que os diferentes pais, alunos e professores assumem, as perspectivas culturais e as exigências da vida bem como as condições e interesses das escolas para estabelecerem relações com as famílias. Todos estes factores contribuem para o que é conhecido como parcerias escola-família.

Tendo em conta que os pais desempenham um papel integral no conhecimento, apoio na aprendizagem da criança, o envolvimento dos pais refere-se à sua participação na comunicação regular e nos dois sentidos com a escola, envolvendo questões da aprendizagem escolar, actividades regulares que se desenvolvem na escola. Assim sendo, os pais são incentivados a participar activamente na educação de seus filhos na escola; são parceiros na sua educação e de acordo com as características e cultura da escola devem ser uma parte importante na tomada de decisões.

 Envolvimento dos pais e desempenho académico

Pais, professores e decisores políticos concordam que o envolvimento dos pais é um ingrediente essencial para a aprendizagem das crianças. A investigação nesta área não deixa dúvidas quanto aos benefícios da participação dos pais na vida da escola, designadamente no que respeita ao melhor desempenho e comportamento das crianças.
O envolvimento dos pais continua a ser um forte preditor do desempenho académico, mesmo para alunos adolescentes.
É importante desmascarar o mito popular que a influência dos pais sobre seus filhos diminui ou anula-se quando estes entram na adolescência. Muitas vezes, os pais e funcionários da escola interpretam mal o desejo dos adolescentes de conquistarem a autonomia como uma barreira ao envolvimento da família nos aspectos escolares dos seus filhos. No entanto, estudos têm indicado que estudantes do ensino secundário acreditam que podem fazer melhor na escola se as suas famílias estão estiverem interessadas no seu trabalho escolar e tiverem expectativas positivas q1uanto ao seu sucesso académico.
Existem efeitos duradouros de envolvimento dos pais na realização académica de adolescentes e jovens adultos. Especificamente, os pais que mantêm altas expectativas face aos seus filhos adolescentes, e lhes comunicam claramente as suas expectativas e os incentivam a trabalhar de forma sistemática, podem fazer a diferença no sucesso dos alunos.

Envolvimento dos pais, aprendizagem social e emocional e a prevenção de comportamentos de alto risco

Vários estudos reconhecem, que, por exemplo, as crianças (com comportamentos disruptivos) que participaram em programas durante a primeira infância, cujas famílias estavam activamente envolvidas, manifestam, mais tarde, sinais de um maior ajustamento social do que aquelas que não foram incluídas em programas desta natureza.
Sabemos todos que a aprendizagem social e emocional é um dos factores determinantes na aprendizagem escolar no desenvolvimento social e emocional, na saúde, bem-estar psicológico, na motivação para alcançar objectivos pré-definidos e na cidadania das crianças.
A aprendizagem social e emocional é o processo de compreensão de como reconhecer e gerir as suas próprias emoções, demonstrar afecto e preocupação com os outros, tomar decisões responsáveis, estabelecer relações positivas com adultos e colegas.
A aprendizagem social e emocional torna-se ainda mais importante se considerarmos os riscos, tais como o uso de drogas e os comportamentos de violência, que as escolas, as famílias e os alunos enfrentam na sociedade actual.
 
Nota: este texto foi retirado do blogue:

Manuela Machado – Psicologia clínica e educacional

Supervisão e Formação. Intervenção psicológia e psicossocial. Modelo ecossistémico


 

quinta-feira, 13 de novembro de 2014

Precisamos de quatro abraços por dia para sobreviver

O Poder do Abraço
(Por Teresa Diogo, Revista Pais & Filhos)

Mimo nunca é demais
Precisamos de quatro abraços por dia para sobreviver, oito para manutenção do bem-estar e 12 para crescer. A quantização é da conhecida psicoterapeuta norte-americana Virginia Satir e, embora possa parecer exagerada face ao ritmo alucinado a que tantas vezes vivemos, a verdade é que a necessidade do abraço é bem mais profunda – quase orgânica – do que imaginamos.

“Os abraços são tão vitais para a saúde e desenvolvimento das crianças como a comida e a água”, defende a psicóloga Ana Margarida Marcão, da Oficina da Psicologia, explicando por que é o toque tão importante desde cedo: “Um bebé reconhece os seus pais inicialmente pelo toque e cerca de 80 por cento da sua comunicação é feita através do movimento corporal. Portanto, é mais fácil comunicar com eles pelo contacto físico. Um abraço ‘dirá’ à criança que ela é amada, querida, protegida e que está em boas mãos, dando-lhe uma sensação de segurança de uma forma que as palavras não conseguem”.

E este toque é primordial desde o primeiro minuto para estimular o processo de vinculação, que vai refletir-se no desejado desenvolvimento saudável e equilibrado da criança. “O contacto corporal mãe-bebé, desde os momentos imediatos ao parto, resulta em efeitos positivos na interação entre os dois, observados quer a curto quer a longo prazo”, confirma a psicóloga clínica Carolina Martins Faria, do Gabinete de Psicologia, acrescentando que “ao longo do desenvolvimento, as manifestações de afeto, consistentes, previsíveis e sensíveis, são essenciais para a construção de laços afetivos e para uma relação de confiança com os pais”. Além dos benefícios de uma vinculação segura, “o conforto proporcionado pelo contacto corporal (abraçar, tocar) é uma ferramenta importante na gestão emocional, particularmente em crianças pequenas”. Ou seja, ajuda a criança a regular as suas reações quando é confrontada com situações de stresse ou com emoções negativas.

Mas os benefícios do toque não se limitam apenas ao plano emocional: há todo um conjunto de efeitos positivos também a nível físico que não devem ser menosprezados: “O afeto e cuidado transmitidos através do toque aumentam os níveis de oxitocina no cérebro”, explica Ana Margarida Marcão. A ocitocina (hormona libertada na corrente sanguínea) “relaxa o corpo, diminuindo o ritmo cardíaco, a pressão arterial e os níveis de cortisol”. O excesso de cortisol no cérebro (em resposta a situações de stresse) “afeta o desenvolvimento do sistema límbico, que controla e gere as emoções, e interfere também com a capacidade da criança para aprender e crescer”. Assim, sublinha a psicóloga, “o toque tem um papel significativo na capacidade da criança regular as suas próprias respostas ao stresse”. Um abraço promove ainda “a libertação de dopamina (uma hormona que atua como um estimulante), criando uma sensação de prazer no cérebro” e “reforça o sistema imunológico, ao aumentar os níveis de hemoglobina (que transporta o oxigénio aos nossos órgãos e tecidos) no sangue”. Afinal um abraço não é “só” uma reconfortante manifestação de afeto, é um ato quase mágico, com um poder que tem tanto de ancestral e profundo como de inesperado.
 
Artigo completo em Revista Pais & Filhos.

terça-feira, 29 de julho de 2014

Dormir com os pais (Daniel Sampaio)

Dormir com os pais

Daniel Sampaio
 
 
 

Os meus pais eram muito coerentes na sua educação. À hora de deitar, eu ia dormir sozinho, sem grandes protestos. Embora não me recorde, como é óbvio, dos meus tempos de bebé, as estórias que me contavam eram de uma ida precoce para a minha cama; e se acordava de noite, a minha mãe ou a minha avó iam lá sossegar-me os medos, sem que tivessem de perturbar o seu descanso por muito tempo.

Hoje nem todos pensam como os meus familiares. Os pais trabalham muito, reivindicam para si mesmos uma noite sem interrupções ou preferem não ter de se confrontar com choros e birras das crianças. Defendem o seu direito ao descanso, por vezes numa posição de algum narcisismo. A solução passa então por aceitar que os filhos os acompanhem durante longos períodos ou mesmo toda a noite, de modo a que não haja qualquer período de insónia.

Alguns pediatras e psicólogos vieram em sua defesa. Alegam que a proximidade entre pais e filhos facilita a intimidade recíproca, acalma as crianças e permite uma tranquilidade que favorece o desenvolvimento físico e mental. Defendem que dormir junto aos pais é a melhor forma de evitar a “síndrome da morte súbita”, a primeira causa de mortalidade no primeiro ano de vida, e que corresponde à morte repentina e sem explicação no primeiro ano do bebé. Segundo os defensores do co-sleeping (dormir em conjunto) e da family-bed (cama familiar), os pais que estão mesmo ali ao lado podem logo intervir e salvar o filho. A investigação provou, no entanto, o contrário: a síndrome da morte súbita ocorre muitas vezes em bebés que estão na cama dos pais, sobretudo quando os progenitores abusam de álcool e drogas ou tomam medicamentos para dormir.

Os meus argumentos contra o co-sleeping são outros. Considero que o desígnio fundamental da educação é o da autonomia, esse percurso singular que leva cada um a ser capaz de gerir a sua própria norma, ou seja, ter uma existência independente e confiante. Uma criança pequena não pode viver sozinha, mas pode construir o seu caminho para ser capaz de o fazer mais tarde. Assim, dormir sozinho faz parte desse percurso a percorrer. Até aos seis meses, a criança deve dormir num berço junto à cama dos pais, depois (no máximo com um ano) deverá ter o seu quarto e a sua cama, sempre que as condições da casa o permitam.

A investigação abre caminho a outras compreensões deste problema do co-sleeping. Diversos estudos demonstram que as crianças que permanecem muito tempo na cama dos pais exacerbam comportamentos sexuais precoces e exibem curiosidade excessiva sobre a intimidade dos progenitores. Por outro lado, muitos pais tornam-se demasiado permissivos (em muitos contextos), porque não são capazes de confrontar os filhos com um “não” durante a noite, ou então acabam por mostrar sentimentos de culpa, por darem demasiada importância às suas próprias necessidades de repouso e bem-estar.

A regra deverá ser: afecto antes de dormir, sossego depois, em camas separadas.     

quarta-feira, 9 de abril de 2014

Dificuldades escolares

 
Há meninos que não aprendem, outros são hiperativos, outros têm défice de atenção. Não aprendem porque, de facto, não estão reunidas todas as condições necessárias.
 
Este vídeo procura sensibilizar para a importância da intervenção direta nas famílias e nas práticas parentais, evitando-se assim que se recorra indiscriminadamente à medicação, evitando-se que se trabalhe apenas no sintoma e não na verdadeira causa do problema.
 
 

sexta-feira, 17 de janeiro de 2014

Bullying em meio escolar

A série juvenil "Violetta", do Disney Channel, numa parceria com a APAV, acaba de lançar uma campanha contra o bullying. A APAV tem como missão apoiar as vítimas de crime e violência e, sendo as crianças e jovens um grupo de particular vulnerabilidade, merecem atenção redobrada com vista à proteção e promoção dos seus direitos. “Quebra o teu silêncio” é o conselho dado pela protagonista da série, que incentiva à denuncia de qualquer tipo de comportamento abusivo. Clique no link para aceder ao vídeo.
 
No início do 2º período o SPO realizou uma ação de sensibilização sobre o bullying com uma turma de 3º ciclo e foram entregues folhetos destinados aos pais.
 
 
 
 
 
 

segunda-feira, 23 de dezembro de 2013

Direitos das Crianças, por Pedro Strecht

    Numa época onde nos preocupamos tanto em comprar presentes, aqui fica uma forma diferente de olhar para os direitos das crianças. Um feliz Natal a todos!!
     
 
  • Todas as crianças com mais de cinco anos têm direito a desabafar.
 
  • Todas as crianças até aos onze ou doze anos têm direito a andar grátis no Carrocel quando estão de férias.
 
  • Todas as crianças que andam na Escola têm direito a serem alegres, terem amigos e a brincarem com os outros. Têm direito a ter uma Professora que não grite com elas.
 
  • Todas as crianças têm direito a ver o mar verdadeiro, especialmente em dia de maré vazia.
 
  • Todas as crianças têm direito a, pelo menos uma vez na vida, escolher um chocolate que lhes apeteça.
 
  • Todas as crianças têm direito a terem orgulho na sua existência.
 
  • Todas as crianças têm direito a pensar e a sentir como lhes manda o coração, até serem velhas, aí com uns vinte anos.
 
  • Todas as crianças têm direito a terem em casa o Pai e a Mãe, os irmãos, se houver, e comida. Se o Pai e Mãe não conseguirem viver juntos têm direito a que cada um deles respeite o outro.
 
  • Todas as crianças têm direito a deitarem-se no chão para ver as nuvens passar, imaginando formas de todos os bichos do Mundo combinadas com as coisas que quiserem (por exemplo, um cão a andar de patins ou uma girafa de orelhas compridas).
 
  • Todas as crianças têm direito a começarem uma colecção não interessa de quê.
 
  • Todas as crianças têm direito a chupar o dedo indicador que espetaram num bolo acabado de fazer ou então lamber a colher com que raparam a taça em que ele foi feito.
 
  • Todas as crianças têm direito a tentarem manter-se acordadas até tarde numa noite de Verão, na esperança de verem uma estrela cadente e pedirem três desejos (a justiça devia fazer acontecer sempre pelo menos um).
 
  • Todas as crianças têm direito a escrever ou a falar uma linguagem inventada por elas (ou que julgam inventada por elas), como por exemplo a «linguagem dos pês»: «apalinpingupuapagempem dospos pêspês».
 
  • Todas as crianças têm direito a imaginar o que vão querer fazer quando forem grandes (habitualmente coisas extravagantes) e a perguntar aos adultos «o que queres ser quando fores pequenino?».
 
  • Todas as crianças têm direito a dormir numa cama sua, sentindo o cheiro da roupa lavada, e a terem um espaço próprio na casa, pelo menos a partir do ano de idade.
 
  • Todas as crianças têm direito a passear na rua tentando pisar apenas o empedrado branco (ou só o preto); em opção, têm direito a fazer uma viagem contando quantos carros vermelhos passam na faixa contrária.
 
  • Todas as crianças meninos têm direito a, pelo menos uma vez na vida, perguntar a uma menina «queres ser a minha namorada?» e todas as meninas têm direito a, pelo menos uma vez na vida, responder, «sim,quero».
 
  • Todas as crianças têm direito a ouvir um adulto contar pelo menos uma destas histórias: Peter Pan, o Principezinho ou o Príncipe Feliz.
 
  • Todas as crianças têm direito a ter alegria suficiente para imaginar coisas boas antes de dormirem e depois, a sonhar com elas.
 
  • Todas as crianças têm direito a ter um boneco de peluche preferido, especialmente quando velho, já lavado e mesmo com um olho a menos.
 
  • Todas as crianças (especialmente se já adolescentes) têm direito a usar os ténis preferidos, mesmo que rotos e com cheiro tóxico.
 
  • Todas as crianças têm direito a poder tomar banho sozinhas e a experimentar mergulhar na banheira contando o tempo que aguentam sem respirar.
 
  • Todas as crianças têm direito a jogar aos polícias e ladrões, preferindo inevitavelmente serem ladrões.
 
  • Todas as crianças têm direito a ter um colo onde se possam sentar, enroscar como numa concha e receber mimos.
 
  • Todas as crianças têm direito a nascer iguais em direitos.
 
  • Todas as crianças têm direito a conhecer o sítio onde nasceram e a visitá-lo livremente.
 
  • Todas as crianças têm direito a não ficarem sozinhas a chorar.
 
  • Todas as crianças têm direito a viver num País que tenha um Ministério da Infância e Juventude, que olhe verdadeiramente pelo crescimento afectivo e bem-estar interior (sem preconceitos adultocêntricos ou hipocrisias com ares de cromo abrilhantado).
 
  • Todas as crianças têm direito a acreditar que têm um adulto que olha por elas e as ama sem condição prévia (nem que seja Nosso Senhor).
 
  • Todas as crianças têm direito a viver felizes e a ter paz nos seus pensamentos e sentimentos.

Pedro Strecht

sexta-feira, 20 de dezembro de 2013

Guia de segurança online


A Google e o Centro Internet Segura associaram-se para desenvolver o guia para segurança e proteção online “É Bom Saber” em versão portuguesa.

O material disponível nesta publicação pode ser utilizado por pais e professores, como um guia de fácil implementação para a educação sobre segurança na internet. De forma simples e intuitiva, aborda temas chave da proteção online como palavras-passe, roubo de identidade e esquemas fraudulentos, a importância de bloquear o ecrã e/ou dispositivos e utilizar redes seguras e dá ainda a conhecer as ferramentas de segurança e privacidade da Google.

Este guia está disponível em versão digital através deste link e será distribuído em papel através de  ações de sensibilização dinamizadas em todo o país, por escolas, bibliotecas, centros de inclusão digital e outras instituições.

Além deste guia, a Google e o Centro Internet Segura disponibilizam ainda informação complementar sobre segurança na internet através deste link.

segunda-feira, 2 de dezembro de 2013

Manual de ortografia

 


Este manual procura ajudar os alunos a interiorizar algumas regras básicas de ortografia. Para fazer download, clique aqui

 

sexta-feira, 29 de novembro de 2013

Guia separação do casal

Destinado a todos os pais que se encontram em fase de divórcio, com dicas importantes para ajudar os filhos a ultrapassar esta situação.
 
 
Download aqui
 

Guia Separação do casalGuia para enfrentá-la sem prejudicar os filhos
Autor: José Manuel Aguilar Cuenco - Psicólogo, Março 2012